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Mostrando postagens com o rótulo comentário bíblico

Oração e Justiça - A Parábola do Juiz Iníquo. Lucas 18:1-8

«Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que deviam orar sempre e nunca desanimar, dizendo: Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus e nem respeitava os homens. Havia também naquela mesma cidade uma viúva que vinha constantemente ter com ele, dizendo: Defende-me do meu adversário. Ele por algum tempo não a queria atender; mas depois disse consigo: Se bem que eu não tema a Deus nem respeite os homens; todavia como esta viúva me incomoda, julgarei a sua causa, para que ela não continue a molestar-me com as suas visitas. Ouvi, acrescentou o Senhor, o que disse este juiz injusto. Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora seja demorado em defendê-los? Digo-vos que bem depressa lhes fará justiça. Contudo quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?»  (Lucas 18:1-8)       O que você faria se fosse a  viúva desta parábola? Uma demanda importante sendo protelada desnecessariamente, devido a indolência ...

Explicação de Mateus 21.21,22

Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue-te, e precipita-te no mar, assim será feito; E tudo que pedirdes em oração, crendo já recebereis. Mateus, 21.21,22     Leia o contexto, a cena é interessantíssima. Os discípulos ficaram maravilhados de que Cristo tenha amaldiçoado a figueira e em tão pouco tempo, ela tenha secado. Como fazia com frequência, mais uma vez o mestre deu  uma aula prática, mostrando o que acontece às árvores que aparentam  ter fruto, mas de fato  não os tem. Uma metáfora profética sobre o farisaísmo da época que aparentava ser muito piedoso, mas que na verdade não tinha frutos de justiça. O castigo deles seria semelhante ao da figueira, ou seja, eles secariam até desaparecer completamente. Junto a esse ensino vem outro, a respeito da fé. Em outras palavras, o que Jesus disse foi:  "Vocês estão...

A Revelação de Deus - Colossenses 1.24 - 26

  Colossenses 1.24-26   24   Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja;    25   da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor, para dar pleno cumprimento à palavra de Deus:    26  o mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos;  24 -     Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós  -  Parece loucura alguém se alegrar com o sofrimento. Paulo não se alegra com certeza no sentimento de aflição, porém com o resultado de seu sofrimento na vida da Igreja. Ele trata aqui de um sofrimento com objetivo, uma meta. São os resultados destas suas dores que alegram o apóstolo. e  preencho o que resta das aflições de Cristo, - Não que a obra de Cristo tenha sido insuficiente, mas que  os sofriment...

O primeiro milagre de Jesus. João 2.1-11

O primeiro milagre de Jesus Jo ão 2.1- 11 João 2:1-11 afirma que durante um casamento em Caná, para o qual Jesus fora convidado com seus discípulos, acabou-se o vinho. A mãe de Jesus então diz ao filho: "Eles não têm mais vinho", ao que Jesus responde: "Que tenho eu contigo, mulher? ainda não é chegada a minha hora.". A mãe de Jesus então pede aos servos que façam o que Jesus mandar. Ele ordenou que eles preenchessem os vasilhames com água e tomassem um pouco dela para servir ao presidente da mesa. Após prová-la, e sem saber de onde vinha essa porção, ele congratulou o noivo por não seguir o costume de servir primeiro o bom vinho, servindo-o por último. João adiciona ainda que: "Com este milagre deu Jesus em Caná da Galiléia princípio aos seus milagres, e assim manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.". A transformação da água em vinho durante estas bodas é considerado como o primeiro dos milagres de Jesus. Aqui João nos faz o re...

Quem foi João, o Batista?

João Batista era o mesmo  Elias?  Ele reencarnou?  Ele era um profeta? Foi João ou Elias quem apareceu na transfiguração? Vamos fazer um rápido sobrevoo sobre a vida de João Batista antes de responder a estas  perguntas importantes sobre seu ministério.  João Batista- Breve Biografia A biografia de João batista pode ser montada a partir de relatos presentes nos quatro evangelhos. Ele foi o profeta do Messias. Seus pais se chamavam Zacarias (que era sacerdote) e Isabel (que era prima de Maria, a mãe de Jesus). João nasceu de modo milagroso e foi cheio do Espírito Santo desde o seu nascimento, reforçando sua vocação especial. João Batista foi o profeta que preparou o caminho para o ministério do Senhor Jesus; Nasceu em aproximadamente 7 a.C. Ele cresceu no deserto da Judéia (Lucas 1.80). Em aproximadamente 26 d.C., ele recebeu o chamado para exercer seu ministério profético (Lucas 3.2). João Batista foi preso ao afirmar que era ilícito o casamen...

Sentindo Deus.Ex 33.14-15

Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso. Então, lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar.   Êxodo 33.14-15.    O que seria essa sensação da presença de Deus. Como poderíamos sentir a presença de Deus? Sabendo que Deus é onipresente ( está em todo o lugar ao mesmo tempo) seria impossível não sentir permanentemente sua presença, afinal ele está sempre junto a nós.  O fato de não sentirmos é por que não conseguimos notar a implicação de estar permanentemente diante da divindade. Em outras palavras, como seria NÃO sentir a presença de Deus, visto que ela está por toda a parte? Vamos por partes. Sentir é algo que vem das sensações, é algo físico, material. As  sensações são impressões que a realidade deixa em nossos sentidos. Vemos algo, tocamos, cheiramos, ouvimos, degustamos e logo percebemos a realidade de sua existência. Mas Deus não pode ser sentido de...

A batalha pela fé. Comentário no livro de Judas

    Um pequeno grande livro. Enfático, propositivo Judas não usa de meias palavras, vai direto ao ponto. Vamos fazer uma análise panorâmica do livro de Judas, destacando a essência da carta que trata sobre a batalha da  fé.  Este documento  representa um esforço doutrinário para que os falsos mestres ficassem  avisados das terríveis condenações que os aguardavam. O autor da carta empenha-se numa luta pessoal contra os falsos ensinos e espera que a Igreja, recebendo a carta, reaja com a mesma energia.   1 Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai, e guardados em Jesus Cristo: A maioria dos estudiosos acredita que o autor desta carta  foi  Judas, meio irmão de Jesus, embora haja vozes dissonantes entre especialistas.    Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, Considera-se que Jesus tinha irmãos e irmãs, baseado nos Evangelhos de Hebreus, em Marcos 6:3. e Mateus 13:55-56. ...

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