O desafio de amar os perdidos. Atos 19.26
E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que se fazem com as mãos. Atos 19.26
Paulo estava fazendo um estrondoso sucesso, suas pregações eram cheias de poder do Espírito Santo e arrastavam multidões. Corria a fama de Paulo como um pregador intrépido, ousado e persuasivo que afastava milhares de pessoas da idolatria e as trazia para servir a Cristo. Os seus companheiros o admiravam, alguns mal-intencionados o invejavam. Os seus adversários já conspiravam contra ele.
Até que ponto algo pode valer a pena
para cada um de nós? Até que ponto a busca por um benefício ou algo de valor
pode custar nossa segurança, nosso conforto e nosso bem estar? O ponto bíblico
em realce aqui é a necessidade de amar a
Deus e buscar os perdidos. Paulo fala sobre o amor ao próximo como um dever do
crente.
“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.” (Romanos 13:8)
Sejamos mais claros, quanto você estaria disposto a arriscar em nome de ser um autêntico servo de Deus como foi Paulo? Um servo que se preocupa com as vidas perdidas?
Pois bem, tendo esta pergunta em mente
eu gostaria de afirmar que o cristianismo não é seguro. Não é seguro pois
oferece risco diário para nossa vida e bem-estar físico. Há confrontos, há
lutas, imprevistos, escárnios, perseguições e muitas outras situações perigosas
e desagradáveis pelo qual um fiel servo de Cristo pode enfrentar. O que move
alguém para aceitar tamanho desafio? Você já aceitou este desafio?
Paulo aceitou, Pedro, João, Lutero, Agostinho, aceitaram. Vários homens e mulheres de Deus aceitaram o desafio. O desafio de enfrentar uma vida de lutas e perseguições em nome do cristianismo.
Ao anunciar a salvação o seu destino
entre os homens estaria selado, não haveria um momento sequer de repouso e
sossego para o pregador Paulo de tarso, sua vida seria virada de cabeço para
baixo pela sua conversão.
Algo porém o movia inevitavelmente para
a pregação. Nada o poderia segurar pois era o próprio Deus que o chamava.
O que movia o apóstolo Paulo a pregar
ousadamente com risco de seu conforto, seu bem-estar, sua reputação entre os
judeus seus irmãos e também de sua vida?
O amor. Só isso movia Paulo
a desprezar sua segurança em nome da pregação do Evangelho. O cristianismo não
é seguro, nunca foi e ele sabia disto, sua vida estaria sempre por um fio ao
anunciar a mensagem de salvação.
Um coração incendiado pelo amor aos
perdidos foi o que levou o apóstolo dos gentios a abandonar seu desejo pela
segurança pessoal. Ele queria obedecer ao seu chamado e nada era mais precioso
do que isso.
Nada de mais valor haveria de perder
Paulo do que sua vida física, mas a vida eterna estava garantida. Ele sabia
porém que precisava pregar para que outros também pudessem possuir a vida
eterna. Isso era amor. Afastar os homens da idolatria e do engano e trazê-los
para Cristo.
Você também aceita o desafio de
amar os perdidos?
Comentários