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Quando eu vi que era para mim.


Quando vi que tudo estava preparado.
Quando vi que tudo estava pesado.
Tudo estava contado.
Os cálculos haviam sido feitos.
O preço havia sido acertado.
Ali estava eu, esperando. Não havia nenhum decréscimo, nenhum ajuste a ser feito.
Tudo estava certo. Tudo estava corrigido e ajustado.
Quando eu vi que era para mim. Quando eu vi,  lamentei, dolorosamente lamentei, profunda e tristemente lamentei
Era muito caro, era muito duro, e era para mim. Para mim.
Eu não desejava pagar. Eu não conseguiria pagar. 
Era o preço  que eu deveria pagar pelo meu pecado.
 O preço era minha morte. Uma morte terrível e  o destino eterno longe de meu Criador.
Quando eu vi que era para mim, chorei.
Mas, eu não precisei pagar este valor.
A cédula havia sido rasgada.
A dívida havia sido paga. 
Quando eu vi que era para mim. Havia sido paga para mim. Tudo. Todo o preço, toda a dívida.
Quando eu vi que era para mim que Cristo havia morrido. 
Quando eu vi que era para mim que Jesus subiu naquela cruz.
Quando eu vi que era para mim que o
 sangue havia sido derramado. 
 Quando eu vi que era para mim, chorei, de alegria e de gratidão.




E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,
Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.
Colossenses 2:13,14







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